Colaboradora de Conteúdo: Carolina Ferriolli e a Psicologia do Emagrecimento

O clima e sua influência na alimentação

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É só comigo ou vocês também sentem uma vontade louca de comer quando está frio ou chovendo? Além da fome, esses dias costumam nos deixar mais introspectivo, triste e melancólico. Por outro lado, quando os dias estão muito quentes temos menos vontade de comer e optamos por pratos mais leves e líquidos. Pois é, de fato o clima interfere em nossa alimentação. Você sabe como?

A variação da temperatura influencia no gasto calórico, na disposição para malhar e até no humor, aumentando a vontade de comer doces e outras guloseimas. O frio é o período do ano em que é mais difícil manter a linha. A fome aumenta, assim como a dificuldade de ingerir alimentos crus. 

“Nessa época, o gasto de energia é maior, para manter a temperatura corporal adequada. Por isso, sentimos mais vontade de comer alimentos calóricos”, explica Suzana Bonumá, nutricionista da Food Coach Consultoria Nutricional (SP).

Além disso, o frio e a chuva transformam o fato de pular da cama cedo ou de adiar a hora de se recolher em um verdadeiro sacrifício. A queda no ânimo, típica das estações frias, tem uma explicação interessante.

Estudos já demonstraram que a circulação dos níveis de serotonina, neurotransmissor relacionado ao bem-estar, decresce nos dias cinzentos, assim como o nosso pique. O problema é que, além de deixar de malhar, muitas pessoas ainda descontam na alimentação, comendo mais e pior.

Felizmente existem algumas formas de driblar essa interferência. Confira dicas para aproveitar o melhor de cada estação!

 Primavera

primavera

A estratégia é abusar do consumo de verduras, frutas e legumes crus, pois é a época do ano em que esses alimentos são mais tenros, saborosos e baratos. Eles vão prolongar a saciedade, evitando ataques de compulsão. Aliás, essa também é a estação em que a maioria das pessoas inicia um programa alimentar de emagrecimento, logo depois do inverno. Porém, é preciso ter cuidado com regimes muito restritivos, que diminuem o ritmo do metabolismo. O melhor é fazer muita atividade f­ísica e aumentar o consumo de alimentos saudáveis, apostando em pratos coloridos e com vegetais de todos os tipos.

Verão

verão

Aproveite o calorão para aumentar o consumo de água, frutas, verduras e legumes. Coma um bom prato de salada nas refeições principais e troque os doces pelas frutas geladinhas. Por outro lado, resista a outras opções de alimentos refrescantes, como os sorvetes cremosos, os refrigerantes e as cervejinhas do happy hour. Intensi­fique a atividade f­ísica, mexendo o corpo até em seus momentos de lazer com a família. Vale jogar vôlei na piscina, caminhar na praia ou andar de patins. É preciso ter cuidado dobrado com a hidratação. O consumo de água ajuda a manter o metabolismo no ritmo.

Outono

outono

Com a baixa umidade do ar, os cuidados com a hidratação são super importantes. Se for dif­ícil beber muita água, por causa das temperaturas mais baixas, a pele para alimentos como alface, tomate, melão e melancia, que têm alto poder hidratante. Nos lanchinhos, em vez das frutas cruas, opte pelas frutas secas ou aquecidas com canela. Nas refeições principais, experimente incrementar as entradas com novos temperos, para enganar o paladar: orégano, coentro, cheiro-verde, alecrim e hortelã. As f­ibras dos vegetais serão o seu grande trunfo no período, pois ajudam na saciedade e na regulação do intestino.

Inverno

Inverno

Para compensar a falta de pique, inclua chás estimulantes em sua rotina, como o chá-verde, de gengibre e de canela. Eles ajudam a acelerar o metabolismo. Além disso, pref­ira alimentos e bebidas quentes, que auxiliam na regulação da temperatura corporal. Valem os caldinhos de legumes ou feijão sem macarrão ou arroz, o leite com achocolatado light, entre outras opções magras. O líquido preenche o estômago e sacia! Na hora dos vegetais, f­ique com os legumes e as verduras refogados, quentinhos. Outra dica importante é não parar de malhar. Os exercícios também liberam serotonina!

Independente da estação do ano lembre-se que, fazer atividade física e se alimentar de forma saudável é essencial durante os 365 dias. Os cuidados com o corpo devem visar sua saúde e equilíbrio e não apenas um padrão estético. Cuidar da mente também é fundamental e para isso, se alimentar bem e praticar atividade física são fundamentais, além de fazer psicoterapia.

Fonte: Revista Corpo a Corpo e Carolina Ferriolli

Carolina Ferriolli27 anos, psicóloga formada em Ribeirão Preto, com experiência em atendimento a crianças, adolescentes e adultos com demandas nas áreas escolar, familiar, casal, orientação profissional, transtornos alimentares, auxílio no processo de emagrecimento e autora do blog www.pensefit.com.br.

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Mudando hábitos e eliminando atitudes que atrapalham sua vida. Mudar hábitos não é fácil, principalmente com o passar dos anos, porém, essa não deve ser uma desculpa para manter hábitos e atitudes inadequadas ou que trazem prejuízos à sua vida. De nada adianta o pensamento: “Sou assim mesmo e não vou mudar”, mesmo porque, o maior prejudicado nesse caso é você mesmo.

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Segundo o livro americano “O poder do hábito – porque fazemos o que fazemos na vida e nos negócios”, mesmo os hábitos mais enraizados podem ser mudados. Para isso é preciso identificar o que deve ser mudado, ter um plano de ação, uma meta e muita persistência. Confira algumas dicas que irão lhe ajudar:

• Pense em recompensas mais saudáveis

Todos os hábitos surgem e se mantém porque, de alguma forma, há um ganho com isso. Você pode pensar: “Como um comportamento que me faz mal pode me trazer uma recompensa? Acredite, TODO comportamento gera uma recompensa. Nesse caso, um passo importante é identificar o que você está ganhando com os hábitos indesejados. Após isso, saber quais serão os benefícios ao interromper tal hábito e estabelecer metas graduais.

• Teste novas hipóteses

São raras as vezes em que estamos cientes do que exatamente motiva nossos comportamentos. Uma maneira de descobrir o que nos leva a adotar certos hábitos é promover experimentos com recompensas diferentes, mas saiba que isso leva tempo. Sendo assim, quando surgir determinado impulso indesejado pense em um ajuste em sua rotina que proporcione uma experiência diferente. Se, por exemplo, o objetivo e eliminar alguns quilinhos, é preciso descobrir o que você tem feito para comer em excesso e fazer alguns testes. Troque o sanduíche calórico que sempre come por uma fruta, não deu certo? Tome um iogurte ou beba mais água ao longo do dia.

• Entenda o que passa em sua cabeça

Quer entender melhor os padrões que você segue? Sempre que um mau comportamento estiver prestes a se manifestar, anote em um papel as primeiras três coisas que vierem à mente. Podem ser emoções, pensamentos ou apenas palavras soltas. Depois disso, programe um alarme para soar após 15 minutos e veja se o impulso persiste. Esse registro é fundamental para tomarmos consciência de nossos hábitos.

Bateu aquela vontade de levantar da mesa e fofocar com os colegas de trabalho? Levante, vá ao banheiro, tome um café, registre as emoções, sentimentos ou palavras, programe o alarme e ao soar perceba se a vontade passou ou persistiu.

• Identifique o gatilho do impulso

Sempre que um fumante termina de almoçar, toma um cafezinho e acende um cigarro. Já o chocólatra não pode vivenciar um momento difícil que logo pensa em atacar vários bombons. Somente conseguimos mudar se identificamos o que dispara o gatilho. Para isso, é importante identificar o estado emocional e o que foi feito antes de disparar o gatilho.

• Tenha um plano de ação bem definido

Se um hábito é uma escolha deliberada, que depois o cérebro segue repetindo cegamente, é preciso sair da inércia e, de modo consciente, fazer novas escolhas. Para isso é preciso saber aonde se quer chegar, ou seja, quais são os objetivos e o que se vai ganhar com isso.

Para ter sucesso na reprogramação mental é preciso ter um plano, o que a psicologia chama de “intenção de implementação”. Isso porque, sem um plano você se sentirá perdido e desamparado, além de ter grandes chances de desistir no meio do caminho. Afinal, a tendência é recorrer sempre à rotina para obter recompensa, uma vez que é bem mais fácil do que mudar. Se, por exemplo, o casamento caiu na rotina por falta de diálogo, diversão ou interesse um pelo outro é preciso agir: preparar um jantar surpresa, fazer uma viagem romântica…

• Mantenha o foco em sua realização

Para que a mudança de hábito seja duradoura, é fundamental sentir motivação interna, que é algo que independe da opinião alheia. Quanto maior for a satisfação com a mudança, mais duradoura e permanente ela será. Sabemos que nada disso é tarefa fácil, sendo assim, o auxílio da psicoterapia é fundamental nesse processo e após isso. Outras ajudas também são bem vindas de acordo com seus objetivos: um personal,  nutricionista, amiga, marido, filhos…

Carolina Ferriolli27 anos, psicóloga formada em Ribeirão Preto, com experiência em atendimento a crianças, adolescentes e adultos com demandas nas áreas escolar, familiar, casal, orientação profissional, transtornos alimentares, auxílio no processo de emagrecimento e autora do blog www.pensefit.com.br.

 

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Sua relação com a comida e com seu corpo não anda bem?

Muitos consideram a comida um grande vilão da vida. Afinal, ela engorda e dá peso na consciência, certo? Errado! Estabelecer uma relação boa com os alimentos é imprescindível para garantir bom humor, disposição e, inclusive, o peso desejado.

O site Mindy Body Green listou alguns sinais de que sua relação com a comida precisa ser revista.

Você não come “alimentos reais”

Toda a valorização em torno dos alimentos orgânicos não é à toa. Nutricionalmente mais ricos, já que são cultivados sem agrotóxico, eles proporcionam muito mais benefícios ao seu corpo do que os processados, que o seu organismo nem sequer reconhece como alimento.

Você foge dos alimentos dos quais gosta

Uma das maiores dificuldade para se manter em uma dieta regrada é que muitas vezes o cardápio inclui coisas que não agradam ao nosso paladar. Por isso, no supermercado deixe a sua intuição guiá-la quanto ao tipo de alimentos saudáveis que você deve comprar. Lembre-se, nenhum especialista conhece o seu gosto melhor do que você. Você não faz as refeições em ambientes relaxantes

Tudo o que possa desviar a sua atenção durante o processo de alimentação prejudica a absorção de nutrientes pelo organismo e dispersa a energia que deveria estar concentrada na digestão. Por isso, na hora das refeições, desligue a TV e deixe de lado o celular. Sem a interferência estressante dos dispositivos eletrônicos, você se concentra na comida e acaba até comendo menos.

Você não dá a menor atenção para a mastigação

Na hora de qualquer refeição, respire profundamente e lembre-se de que não é preciso ter pressa. Quando a sua respiração desacelera, a sua mente descansa e transforma o ato de comer em algo prazeroso. Só assim você vai se lembrar de mastigar corretamente, o que contribui para uma ótima digestão.

Você não cuida do seu corpo

Proporcionar a si mesma alguns rituais de bem-estar é uma ótima maneira de se aceitar e melhorar sua relação com a comida. Banhos relaxantes, automassagem à base de óleo e respiração de yoga são ótimos aliados.

Você se concentra mais na perfeição do que no progresso

Desejar que tudo seja perfeito é uma maneira infalível de alcançar a frustração. Se você cometeu um deslize e comeu o que não deveria, não se culpe. A chave do sucesso não é evitar todo e qualquer erro, mas aprender com os inevitáveis. Os maiores problemas se concentram em atitudes que você toma regularmente, e não em um errinho ou outro. Estes são até bons para nutrir a alma.  Não tenha medo da gordura ou do açúcar. Seu corpo sempre perdoa. Deixe que a sua mente faça o mesmo.

Você ignora seus desejos por comida

Deixe o alimento melhorar a sua vida e guiá-la em direção às suas vontades, sempre com moderação. Estar bem consigo mesma é o primeiro passo para se reeducar. Com o tempo, vá se questionando se você realmente precisa daquilo que deseja.

Carolina Ferriolli, 27 anos, psicóloga formada em Ribeirão Preto, com experiência em atendimento a crianças, adolescentes e adultos com demandas nas áreas escolar, familiar, casal, orientação profissional, transtornos alimentares, auxílio no processo de emagrecimento e autora do blog www.pensefit.com.br.

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Como a disciplina pode mudar seu dia a dia?

Em latim, disciplina significa ensino, por isso usamos essa palavra também para designar áreas do conhecimento. Há, portanto, uma conexão entre a disciplina e o aprendizado.

Atualmente, a psicologia dá razão para quem pensa que a disciplina é algo que se desenvolve. Na prática, ela é considerada uma qualidade de comportamento, portanto, algo que pode ser modificado a partir da decisão e da persistência firme de cada um de nós.

As famosas resoluções de ano novo, por exemplo, costumam frustrar seus idealizadores por dois motivos principais. O primeiro é que elas não são, de fato, colocadas na lista de prioridades. Ficam no campo das probabilidades enquanto outras necessidades surgem. As pessoas não percebem que podem ter mais de uma prioridade, desde que saibam organizar seu tempo.

O segundo motivo é a indisciplina, que é a grande mãe do fracasso. Segundo Aristóteles, disciplina é uma qualidade da alma, é o poder que permite ao homem diferenciar-se dos animais, pois significa a vitória da razão, a única possibilidade de uma pessoa realizar seus sonhos. Sem a disciplina e a determinação, qualquer sonho não passará de devaneio.

A disciplina pode ser imposta ou livremente consentida. A imposta só funciona por curtos espaços de tempo e é útil em situações de crise ou urgência. Não serve para tarefas em longo prazo, como é o caso dos projetos pessoais de vida, da reeducação alimentar e da prática constante de atividade física.

Por outro lado, quando é livremente consentida, a disciplina tem outra força. Você decide, e deve fazê-la por livre consenso estabelecido entre seus sonhos e suas potencialidades.

A disciplina tem dois inimigos: a indolência e a dúvida. A indolência é o diabinho que sussurra em nosso ouvido coisas como: “Estou muito cansada, amanhã começo a academia”. Já a dúvida tem causas mais profundas, pertence ao mundo do autoconhecimento e precisa do auxílio de psicoterapia.

Se um objetivo é fraco, será dominado pela dúvida, e este vem acompanhado da acomodação, do desânimo e da desesperança. Portanto, não crie em sua cabeça projetos em que você não acredita, objetivos definidos por outros, sonhos mal sonhados ou muito difíceis de serem alcançados. Estabeleça metas pequenas.

A disciplina aumenta nossa capacidade de aprender e, a partir disso, realizar. A disciplina não aprisiona, mas liberta você da pressão externa e do sofrimento que vem dos sonhos não realizados e das frustrações autoprovocadas. Ela motiva, faz nossos sonhos e objetivos se tornarem realidade, além de trazer enorme bem-estar.

Carolina Ferriolli, 27 anos, psicóloga formada em Ribeirão Preto, com experiência em atendimento a crianças, adolescentes e adultos com demandas nas áreas escolar, familiar, casal, orientação profissional, transtornos alimentares, auxílio no processo de emagrecimento e autora do blog www.pensefit.com.br.

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Do pensamento ao ato de comer

Você já teve a sensação de comer automaticamente, como se comer estivesse fora de seu controle consciente? Isso é mais frequente do que você imagina! A boa notícia é que comer não é uma ação automática.

Processos automáticos são involuntários como os batimentos cardíacos ou o processo digestivo. Você não decide se seu coração bate ou não, mas decide comer e aqui vai outra boa notícia, é possível aprender a ter mais controle sobre suas decisões alimentares.

Sempre há um pensamento que antecede o ato de comer, mesmo que você não se dê conta disso. Os pensamentos que fazem você agir de maneira disfuncional são chamados sabotadores. Já os pensamentos que conduzem você a agir de forma mais produtiva são os pensamentos funcionais.

“Vou comer isso só hoje, porque eu mereço” é um pensamento sabotador, quando acontece com frequência. “Eu realmente quero comer esse pão, mas estou de dieta e tenho meus objetivos, portanto não comerei hoje” é um pensamento funcional.

Afinal, como seus pensamentos podem sabotar sua dieta? Uma pessoa com muitos pensamentos sabotadores corre mais risco de não seguir a dieta, pois essa forma de pensar faz com que a pessoa coma mais. Os pensamentos sabotadores permitem que a pessoa faça aquilo que queira, porque “Apesar de saber que não deveria: está cansada, ansiosa, triste ou trabalhou demais”.

Os pensamentos sabotadores acabam com a autoconfiança, isso porque, após comer aquilo que não deveria a pessoa pensa “Sou um fraco mesmo, não tenho controle, definitivamente não nasci para fazer dieta”. Com a autoconfiança abalada, as chances de comer de forma descontrolada aumentam muito, concorda?

Pensamentos sabotadores também aumentam o nível de estresse e isso é algo que não deve acontecer, pois, em geral, dietas causam certo nível de estresse. Portanto, sua maneira de pensar sobre as situações que não dizem respeito à dieta, também contribui para aumentar ou diminuir o estresse. Pensar, por exemplo, “Devo fazer tudo perfeito e não devo nunca sair da dieta”, é um pensamento sabotador que aumentará o estresse, pois ninguém é perfeito.

Para você entender melhor, funciona assim:

  •  Você encontra um estímulo (alguém lhe oferece um pedaço de bolo).
  •  Você tem um pensamento (estou ansioso).
  •  Você toma uma decisão (acho que vou querer um pedaço de bolo).
  •  Você age (você come o bolo).

Identifique quais estímulos provocam os pensamentos sabotadores em você e que te fazem comer de maneira inadequada. Os principais estímulos são cheiro da comida, fome, lembrança de um determinado prato, raiva, tristeza, ansiedade, frustração. A psicoterapia ajuda, e muito, nesse processo de autoconhecimento, autocontrole e identificação de pensamentos sabotadores, trazendo ainda mais resultados para que você chegue aos seus objetivos.

Carolina Ferriolli, 27 anos, psicóloga formada em Ribeirão Preto, com experiência em atendimento a crianças, adolescentes e adultos com demandas nas áreas escolar, familiar, casal, orientação profissional, transtornos alimentares, auxílio no processo de emagrecimento e autora do blog www.pensefit.com.br.