Moda | Look da Carola

Look da Carola, Moda

Nossa quanto tempo que não posto um Look da Carola aqui, né? Bom vamos voltando aos poucos e com um especial para vocês. O look que usei no evento em que comemorei meus 40 anos na loja Bia Moraes Acessórios quinta feira passada. O macacão é da Mirella Pádua e faz parte de um projeto bem bacana que vem por aí (em breve conto mais). No pulso usei lenço com (1 das, são 3) estampa feita especialmente para o evento da Amália Acessórios em Malha. O brinco e pulseiras, claro, Bia Moraes Acessórios. A bolsa é Damyller e a sandália Morena Rosa Shoes (que depois foi substituída por um tênis branco). As fotos são da Débora Pitanguy, esse painel lindo foi feito pela MultiFilmes e as flores deusas pela Thais Lipari do Studio Artsy.

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A make linda foi feita pela Murielly da Mary Kay! E o que é esse batom?

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Gostaram? Na Fan Pagen tem um álbum recheado de fotos desse dia especial.

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Mundo Pet | Vetplan | Como escolher a coleira ideal para seu cão

Mundo Pet, VETPLAN - Plano de Saúde Animal

Enfeites e penduricalhos? Metais e enforcadores? Cada tutor tem as próprias preferências na hora de escolher uma coleira. É necessário, no entanto, pensar no usuário: é o cachorro quem vai “vestir” o acessório. A maioria não gosta de utilizar coleiras e outros equipamentos, mas vale lembrar que o uso, em muitas localidades brasileiras, é obrigatório.

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Raça, porte e idade devem ser considerados antes da beleza das coleiras. As ideais devem respeitar as características do animal. A coleira deve se ajustar perfeitamente ao pescoço do animal (e, em alguns casos, também ao tórax e ao focinho). Cães devem passear diariamente, faça chuva, faça Sol, e a atividade precisa ser confortável.

As leis sobre o uso das coleiras

Por mais incômodo que seja, é preciso respeitar a lei. Neste caso, não existem coleiras ideais: os animais devem ser conduzidos com enforcador, guia curta e focinheira. Seja como for, conhecendo o temperamento do pet, o tutor responsável deve passear com o animal de maneira a garantir a integridade dos transeuntes e do próprio cachorro.

A competência para ajustar sobre o tema é das unidades da federação (não existe uma uniformização em nível federal). Em São Paulo, por exemplo, exige que os cães de algumas raças consideradas “perigosas” (como o pitbull, o rottweiler e o mastim napolitano) sejam conduzidos com guia curta e focinheira.

Em alguns locais, as proibições beiram o absurdo. É o caso, por exemplo, de Porto Alegre. Na capital gaúcha, é proibida a circulação, em locais caracterizados por aglomerações populares, de cães considerados “de guarda, de combate ou de outra aptidão em que se destaquem pela força e pela agressividade”.

A lei gaúcha (nº 8.871/2001) não especifica as raças “perigosas”, mas prevê multas de 50 a 500 UFMs (unidades financeiras municipais) no caso de descumprimento. Atualmente, uma UFM de Porto Alegre equivale a R$ 3,90.

A segurança

São muitos os relatos de cães machucados por coleiras e peitorais de má qualidade. No mercado, existem bons produtos confeccionados com náilon, couro, correntes metálicas e poliéster, entre outros. Atualmente, os artigos preferidos são os de poliéster, material que pode ser enfeitado com estampas e cores, para a felicidade dos tutores.

Não é recomendável o uso de guias muito longas. De acordo com o porte dos cães, o comprimento não deve ser inferior a 1,40 metro, mesmo que o condutor seja uma criança.

Nunca passeie com os cães sem usar a coleira e corrente, por mais mansos que eles possam ser. Algumas raças podem se sentir “livres demais” e sair em disparada, para desespero dos donos e de quem está transitando nas ruas. Outros animais podem se sentir desprotegidos – e, muitas vezes, isto significa atacar tudo o que estiver em movimento à frente deles.

Coleira comum

É a melhor opção para passear com cachorros de porte pequeno e médio. Além disto, alguns modelos estão entre os mais baratos disponíveis no mercado. A espessura deve ser compatível com o tamanho do cão. Lembre-se: assim como os calçados, as coleiras também têm numeração. Os acessórios precisam garantir o conforto e a segurança dos animais.

As melhores coleiras comuns são as de couro, mas as de náilon são mais baratas e não fazem feio.

Peitoral

O peitoral é indicado apenas para cachorros pequenos (apesar de haver modelos para todos os portes), uma vez que os animais tendem a puxar, tornando a caminhada desconfortável para o condutor. Feito geralmente em náilon, alguns peitorais permitem o ajuste das alças de acordo com as características anatômicas dos animais.

O peitoral envolve o pescoço e o tórax, oferecendo segurança e conforto para os cães.

Easy walk

Trata-se de um peitoral que desestimula as “puxadas” dos cachorros. Enquanto os peitorais tradicionais estimulam o “reflexo de oposição” – que é exatamente o que animais como os huskies siberianos, malamutes e samoiedas fazem ao puxar trenós – a tira frontal do easy walk impede o cão de puxar, porque imprime pressão suave sobre o tórax e a escápula.

O easy walk apresenta quatro pontos de ajuste, sendo uma boa opção para cães médios e grandes.Esta pressão faz o animal voltar-se para a lateral, redirecionando a atenção para o condutor. O easy walk não provoca tosse, engasgos ou asfixia, pois a cinta não fica sobre a traqueia e a laringe, mas embaixo do esterno, osso chato e alongado que se articula com as costelas superiores. Existem modelos indicados para cães de focinho curto (braquicefálicos).

Guia

O ideal é escolher um modelo de algodão, couro ou corda (materiais mais leves e resistentes), sempre com mosquetão giratório, que facilita a condução dos cães. O comprimento recomendado é de 1,5 metro, mas, se a intenção for garantir maior mobilidade para os animais, existem produtos de até dez metros.

As guias são vendidas se acordo com o peso dos cães.Evite o uso de guias retráteis (elásticas ou com amortecedores): com elas, a maior parte dos cães é incentivado a puxar – e isto pode colocar o tutor em sérios apuros. As guias muito finas são difíceis de segurar: as muito grossas e pesadas são pouco práticas e desconfortáveis para o cachorro e também para o condutor.

Enforcador

Ele é considerado uma coleira de treinamento, para condicionar cães agressivos ou desajustados. O princípio do enforcador é bem simples: ele provoca desconforto e dor quando o animal puxa a coleira. Com o tempo, o cachorro associa dor e conduta inadequada, deixando de exibi-la.

O meio enforcador (como o mostrado na foto) é um meio termo, menos “sofrido” para o cão.Seja como for, o enforcador apresenta algumas desvantagens: alguns cães podem desenvolver respostas ainda mais agressivas com o uso desta coleira (inclusive atacando o condutor, visto como o responsável pelas dores). A coleira pode provocar estresse nos animais – exatamente o oposto do que se espera em uma caminhada prazerosa.

Carrana

Antes de ser uma coleira, a carrana pode ser descrita com mais propriedade como um instrumento de tortura. Ela também é conhecida como colar de grampos ou de espinhos e é uma espécie de enforcador mais drástico.

A carrana, indicada apenas para especialistas.A carrana é indicada apenas para adestradores experientes, em treinamentos de resistência. Apesar de, em diversos desenhos animados, ele figurar como um acessório obrigatório para os cães agressivos, pessoas sem experiência não devem utilizá-las, uma vez que podem causar ferimentos graves nos animais.

Head collar

Este modelo é especial para cães grandes e molossoides. A cinta envolve a cabeça e focinho do animal (é uma espécie de cabresto), o que facilita a condução, sem riscos de enforcamentos e ferimentos. A maior vantagem do head collar é que não há necessidade de grande força física para passear com o pet, mesmo que seja um dogue alemão.

O head collar é excelente para o treinamento de cães de grande porte.

Lembretes importantes

Nunca passeie com os seus cães nos horários mais quentes do dia. No verão brasileiro, são muitos os casos de insolação, alguns deles fatais. Além disto, a exposição constante a altas temperaturas pode provocar o temperamento de cânceres de pele, especialmente entre os animais de pelagem curta ou clara.

Coleiras e guias não são acessórios de decoração: são itens de segurança para os cães e também para os passantes. As coleiras devem se ajustar com facilidade ao corpo dos animais, que precisam vesti-las com rapidez, sem incômodos na hora dos passeios.

Os passeios diários são fundamentais para garantir a boa saúde dos cães, especialmente dos que moram em apartamentos e casas que dispõem de pouco espaço para o exercício. De qualquer forma, os passeios são uma excelente maneira de estreitar os laços entre humanos e caninos. Os cães aprendem diversas formas de socialização quando passeiam diariamente.

Por fim, leve uma sacola plástica para recolher as fezes do seu cão (cãozinho ou canzarrão). Muitos animais fazem as necessidades apenas durante os passeios diários – a caminhada estimula os movimentos peristálticos do intestino. Este é um excelente incentivo, mas ninguém, mesmo que tenha cachorros, precisa se deparar com troços de cocô na calçada.

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Gastronomia | Bolinho vegetariano

Gastronomia, Gastronomia Saudável, Receitas Vegetarianas

Hum que tal preparar uns bolinhos vegetarianos super gostosos e nutritivos? Segue a receitinha da semana para vocês.
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Ingredientes

  • 6 colheres (sopa) de grão-de-bico cozido, escorrido e processado
  • 1 colher (sopa) de óleo de coco
  • 5 colheres (sopa) de cenoura ralada
  • 1/2 unidade de cebola roxa
  • 1/2 dente de alho amassado
  • 1/3 talo de alho-poró batido (use um mixer ou liquidificador)
  • 1 unidade de ovo caipira orgânico
  • 7 colheres (sopa) de farinha de chufa
  • 3 colheres (sopa) de abobrinha ralada e escorrida
  • 1/2 xícara de farinha de rosca sem glúten
  • • sal rosa a gosto
  • • pimenta do reino moído a gosto
Modo de preparo

Em uma tigela, misture o grão-de-bico e o óleo de coco. Junte a cenoura, a cebola, o alho, o alho-poró, sal rosa e pimenta-do-reino.

Adicione o ovo e a farinha de chufa, misturando para incorporar. Acrescente a abobrinha.

Forme pequenas bolas com essa mistura. Passe uma a uma na farinha de rosca sem glúten.

Disponha-as em uma assadeira antiaderente e leve ao forno preaquecido a 180ºC por até 20 minutos – o bolinho deverá ficar crocante.

Sirva com geleia de pimenta (orgânica, de preferência).

Observação: A farinha de chufa pode ser encontrada em empórios e lojas de produtos naturais.

Fonte: M de Mulher

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Decoração | Verde e Rosa

Decoração

Já dizia os intérpretes da Estação Primeira de Mangueira: “atrás da Verde e Rosa só não via quem já morreu”. Ah como amo essas duas cores…e agora elas conquistaram o mundo da decoração.

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Mundo Pet | Vetplan | O que você precisa saber antes de levar um filhote para casa

Mundo Pet, VETPLAN - Plano de Saúde Animal

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Aumentar a família com um amigo de quatro patas é um desejo da maioria dos brasileiros. Nos lares do país, vivem mais de 54 milhões de cães, na maioria adquiridos ainda quando eram filhotes. Adotar um filhote de cão, no entanto, é uma atitude que precisa ser muito planejada, preferencialmente por todos os membros da casa.

Ter um filhote de cão é garantia de brincadeiras. Além disto, os melhores amigos do homem são excelentes para a guarda de pessoas e defesa do patrimônio. Contudo, juntamente com os bons momentos, chegam diversas responsabilidades. Em primeiro lugar, ocorre um aumento das despesas: um cãozinho requer ração, brinquedos, artigos de higiene e acompanhamento veterinário.

Outro problema que quase nunca é considerado antes de adotar um filhote de cão: quem passa muitas horas fora de casa, trabalhando ou estudando, precisa repensar a escolha do animal de estimação. Os cachorros, mesmo os das raças mais independentes (como os akitaschihuahuas e pinschers, por exemplo), precisam de companhia, inclusive para aprender a conviver com humanos.

O porte do cão

Um filhote de cão é um bichinho fofo, muito curioso e ligeiramente desengonçado. No entanto, é preciso conhecer a raça, para saber se a casa comporta o novo morador. Quem mora em apartamento precisa escolher animais de raças pequenas.

Alguns cães atingem grandes dimensões, como o rottweiler, o weimaraner, o dogue alemão e os mastins. Por isto, eles não são indicados para casas com crianças pequenas, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção: uma simples “festa” pode provocar quedas e traumatismos.

No caso dos cães sem raça definida (SRD), fica mais difícil saber que tamanho eles terão como adultos. É conveniente, seja como for, conhecer os pais do filhote, que provavelmente terá o mesmo porte dos seus ascendentes.

Adotar ou comprar?

Diversos abrigos oferecem cães de graça, já esterilizados, vacinados (ao menos, as vacinas básicas) e vermifugados. No Brasil, já são 20 milhões de animais abandonados perambulando pelas ruas, além dos que morrem atropelados ou por falta de alimento.

Os simpáticos vira-latas em geral são mais resistentes a doenças, especialmente depois de ter passado um tempo sem o apoio de humanos. Além disto, adotar um cão adulto evita os problemas que acompanham os filhotes, como o xixi fora do lugar e a destruição de calcados, tapetes e móveis.

Muitas pessoas, no entanto, querem conviver com um filhote de cão de raça, talvez com pedigree, para cruzamentos ou simplesmente porque simpatiza com o animalzinho. Não existe “certo” ou “errado” nesta escolha: tudo depende das condições financeiras e da disponibilidade para amar mais um integrante da família.

Prepare-se!

Antes de adquirir um filhote de cão, é preciso ir às compras. O material básico para receber o animal é o seguinte:

• ração especial para filhotes e petiscos (biscoitos, chocolates para cães, etc.);

• corrente e coleira (de preferência, sinalizada com o RG animal, obrigatório em alguns municípios brasileiros, ou pelo menos com o nome do cão e um número de telefone para contato);

• tigelas de água e ração;

• caminha para o cachorro;

• escovas de dente e para a pelagem, além de uma rasqueadeira. A escovação dos dentes e da pelagem deve ser diária e a retirada de pelos mortos, semanal;

• alguns brinquedos (bolinhas, bichos de pelúcia, ossos sintéticos, etc.);

• contato com um médico veterinário e com uma pet shop.

Algumas raças, especialmente as mais peludas e dotadas de subpelo e sobrepelo, sofrem bastante com o calor. Existem disponíveis tapetes gelados para cães, que ajudam bastante na hora de refrescar os animais de estimação.

Os preparativos continuam: assim como os bebês, os filhotes gostam de explorar novos ambientes – e, quase sempre, fazem isto com a boca. Por isto, para garantir a segurança da família, deixe objetos frágeis fora do alcance, tranque medicamentos e produtos de limpeza, mantenha as janelas baixas fechadas e compre uma lixeira alta.

Defina também o local do “banheiro”, que pode ser instalado no quintal, lavanderia ou mesmo na cozinha. Espalhe folhas de jornal ou adquira um tapete higiênico, providência que facilita o aprendizado. Provavelmente, depois de levar o filhote para o lugar correto sempre que ele fizer as necessidades na sala ou no quarto, o cãozinho aprenderá o que se espera dele.

Os cães de médio e grande porte devem ser educados de preferência por um adestrador. Caso você tenha adquirido o animal em um canil, os proprietários poderão indicar bons profissionais. De qualquer forma, sempre que possível, é importante que o tutor esteja presente – e ativo – durante os treinos, reproduzindo-os em casa ou nos passeios.

Caso você more em casa, lembre-se de reforçar o portão, para evitar fugas e acidentes. Se morar em apartamento, não se esqueça de que será necessário sair diariamente, para que o pet possa passear e brincar livremente.

Um filhote de cão dorme entre 14 e 20 horas por dia. Para garantir o descanso (e o desenvolvimento) do animal, instale a caminha em local confortável e arejado. Desde o primeiro dia, o animal deve ser apresentado às “regras da casa”.

Algumas pessoas não se importam que o pet suba nas camas e sofás, mas, em certas casas, isto é proibido. Ensine o animalzinho com comandos simples, como “sim”, “não”, “fica”, etc., entoados com voz segura e firme. Os cães conseguem compreender algumas palavras e entonações de voz dos donos.

As vacinas

Com a saúde não se deve brincar. Os filhotes de cães precisam receber as vacinas adequadas, além de vermífugos e produtos para exterminar parasitas, como pulgas e carrapatos. Caso os donos não tenham interesse em gerar crias, é importante esterilizar o animal ainda pequeno, entre 16 e 20 semanas de idade. A providência evita brigas com outros animais, impede fugas e torna os pets mais dóceis e menos territorialistas.

Os cãezinhos devem receber as seguintes vacinas:

• entre oito e dez semanas – V8 ou V10, que protege contra cinomose, hepatite infecciosa canina, adenovírus canino tipo 2, coronavírus canino, parainfluenza canina, parvovirose e leptospirose;

• com 12 semanas – reforço da V8 ou v10 e contra gripe canina e giardíase;

• com 16 semanas – raiva, segundo reforço da V8 ou V10, reforço contra a gripe canina e a giardíase.

Uma vez completado o primeiro ano de vida, os cães devem ser vacinados a cada 12 meses com a V8 ou V10 e contra raiva, giardíase e gripe. De acordo com as necessidades do cachorro, o veterinário pode recomendar outras imunizações.

Fique atento!

Muitos criadores leigos geram filhotes de cães em fundos de quintal, sem a devida assistência veterinária. Estes animais geralmente não recebem pedigree e podem ser portadores de diversas doenças, algumas delas fatais.

Nas pet shops, é comum observar a exposição de cães em vitrines. Adquira um animal destes apenas se conhecer a seriedade dos proprietários e a procedência dos filhotes. Os anúncios em classificados online também são comuns, mas o ideal é conhecer o canil e os animais do plantel.

E não se esqueça de contar com os planos de saúde para cães e gatos Vetplan.

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