Moda | Veludo por Thais Lipari

Colaboradora de Conteúdo, Moda

VELUDO – O TECIDO MAIS GLAMOUROSO E CHEIO DE BOSSA DAS COLEÇÕES DE OUTONO/INVERNO

veludo

Conhecido como um dos tecidos mais antigos da história da moda, o veludo surgiu na Índia feito em teares manuais a partir da fibra da seda. Depois, passou também a ser produzido na Itália, onde as fábricas de Veneza, Florença, Gênova e Milão ganharam fama mundial.

Ao longo dos séculos, o veludo manteve uma imagem de riqueza e luxo, conquistada no sec 15, onde o rei inglês Henry IV proibiu pessoas que não fossem nobres de usar o tecido.

Na década de 70, o veludo se popularizou no movimento hippie e começou a ser tendência em 2011, na coleção Resort da Chanel, onde Karl Lagerfeld se inspirou na cultura bizantina do século 15 e se misturou com os anos 60 londrinos.

Após isso, o tecido não parou mais de ser usado nas passarelas e nas ruas e veio como um estouro no nosso inverno deste ano. Mas o veludo não para por aí!!!! Roupas, sapatos, bolsas e acessórios… todos aderiram ao charme vintage que ele trás. Ressurgiu em versões para todas as estações e ocasiões, antes restrito somente ao inverno e às roupas de festa.

Marcas como Gucci e Givenchy usaram o veludo em suas criações, que ficaram entre vestidos curtos, conjuntos estilo “sleep dress” e longos para a night.

Thais Lipari, atuando há 20 anos no estado de São Paulo como arquiteta. Está a frente do Studio Artsy e há 2 anos trabalhando com Visual Merchandising em Ribeirão Preto.

E você pode enviar essas imagens para o seu perfil no Pinterest. É só clicar em cima do ícone do PIN nas imagens e salvar nos seus painéis de inspiração.

Carola Duarte nas redes sociais:

Me siga no Instagram: @blogcaroladuarte
Curta a Fan Page: /blogcaroladuarte
Se inscreva no canal no Youtube: /blogcaroladuarte
Twitter: caroladuarte
Snapchat: caroladuarte
Pinterest: caroladuarte
Use as hastags: #projetosemmedodobiquini #blogcaroladuarte #dicadacarola
♥ Blogueira oficial do IT BLOGGERS (www.itbloggers.com.br)

Moda | Nova colunista do blog, Thais Lipari

Colaboradora de Conteúdo, Moda

Ai que delicia começar a semana com novidade das boas por aqui! Quero apresentar para vocês a nova colunista do blog que vai dar um show de moda e história. Com vocês: Thais Lipari. E em seguida vem o primeiro post da Thais!

Beco do Batman2

Olá!!! Meu nome é Thais Lípari e estou chegando para falar de moda e arte.

Sou arquiteta há quase 20 anos, atuando no mercado de Ribeirão Preto, região do interior e São Paulo.

A Moda sempre foi um sonho com o qual eu sempre quis trabalhar e em 2015 a oportunidade bateu à minha porta.

Atualmente, Visual Merchandising é o que me encanta, principalmente a composição de vitrines onde as marcas apresentam para os clientes seus lançamentos de coleções, apresentando os produtos novos que certamente serão um sucesso.

Editorial de Moda também é algo irresistível que divulga de maneira artística e conceitual marcas que querem apresentar seus produtos de maneira diferenciada.

Até onde posso, vou deixando o melhor de mim!! Acredito que a vida é feita de encontros e um dos encontros mais maravilhosos é com nós mesmos. Como dizia a maravilhosa Clarisse Lispector: “Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome”.

Thais Lipari, atuando há 20 anos no estado de São Paulo como arquiteta. Está a frente do Studio Artsy e há 2 anos trabalhando com Visual Merchandising em Ribeirão Preto. 

E você pode enviar essas imagens para o seu perfil no Pinterest. É só clicar em cima do ícone do PIN nas imagens e salvar nos seus painéis de inspiração.

Carola Duarte nas redes sociais:

Me siga no Instagram: @blogcaroladuarte
Curta a Fan Page: /blogcaroladuarte
Se inscreva no canal no Youtube: /blogcaroladuarte
Twitter: caroladuarte
Snapchat: caroladuarte
Pinterest: caroladuarte
Use as hastags: #projetosemmedodobiquini #blogcaroladuarte #dicadacarola
♥ Blogueira oficial do IT BLOGGERS (www.itbloggers.com.br)

Colaboradora de Conteúdo | Carolina Ferriolli e a Psicologia do Emagrecimento

#projetosemmedodobiquini, Bem Estar, Colaboradora de Conteúdo

ortorexia

Sabe aquele ditado: “Você é o que você come? ”. Algumas pessoas o levam tão a sério que acabam doentes pela busca excessiva por ser saudável. A obsessão pela alimentação saudável é chama-se “ortorexia nervosa”.

Tudo começa pelo desejo de nos sentirmos bem, comendo apenas alimentos puros e limpos. Até aí tudo bem, pois isso nos leva a abandonar certos grupos de alimentos como açúcares, gorduras e produtos animais. O problema é que, no final, a dieta passa a ser tão restritiva que a pessoa acaba desnutrida, podendo levar até à morte.

O termo ortorexia nervosa foi criado em 1997 pelo médico americano Steven Bratman (que foi diagnosticado com a doença), aliando a palavra para correto – do grego orthos com apetite – orexis. De onde vem, aliás, a palavra anorexia, ou, sem apetite, transtorno que, muitas vezes, é mascarado pela ortorexia.

Embora o objetivo do anoréxico seja perder peso e do ortoréxico ficar saudável, ambos os transtornos restringem a alimentação do indivíduo, colocando sua vida em risco. No entanto, enquanto a anorexia é vista como um mal, a ortorexia é uma doença com disfarce de virtude. Dentre os principais sintomas estão a busca constante e incessante por alimentos saudáveis, o pavor de comer ou beber algo que a pessoa não havia planejado (por não o considerar saudável), obsessão por nutrientes, ingredientes, rótulos e por fazer sua própria comida sempre. Podem haver também sintomas de TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo).

A pessoa afetada pelo transtorno tem como principal objetivo se tornar “puro” através da alimentação saudável. Os sintomas podem aparecer também nas academias, ruas e parques, uma vez que a pessoa se torna obcecada também pelos exercícios como forma se sentir bem, saudável e pura. Em geral, para os ortoréxicos, existe uma explicação e justificativa para não comer certos alimentos, ou porque causa alergia, atrapalha a digestão, reforça a asma, etc. O transtorno atinge mais mulheres, entre o fim da adolescência e os 25 anos, muito preocupadas com o corpo, moradoras de ambientes urbanos e de classe econômica elevada.

Uma dieta balanceada e sem industrializados está longe de ser um problema ou uma doença. O problema é quando isso se torna uma  obsessão. O ortoréxico passa grande parte de sua vida programando, planejando, comprando, pesquisando, cozinhando pratos que considera saudáveis. Quase duas décadas depois da definição de Bratman, vemos um número cada vez mais crescente de adeptos da alimentação extremamente saudável. Basta fazer uma busca por #CleanEating no Instagram ou Twitter.

Vale ressaltar que, não há nenhum problema em buscar uma alimentação saudável. O problema é quando isso se torna um vício extremo. Além disso, faz parte do quadro de ortorexia se preocupar com a maneira pela qual os alimentos são preparados, para que não percam a qualidade e os nutrientes, sendo que, muitas vezes, as regras são criadas pela própria pessoa, mesmo que não faça muito sentido, nutricionalmente falando.

O tratamento da ortorexia envolve uma equipe multidisciplinar, com médicos, nutricionistas, psicólogos e, em alguns casos, psiquiatras. O tratamento envolve auxiliar a pessoa a entender que, o alimento faz parte da vida, assim como a vida social, profissional, amorosa. É preciso auxiliá-los a entender que comer bem e de forma saudável é importante sim, mas que não deve se tornar uma obsessão.

Carolina Ferriolli, 30 anos, psicóloga formada em Ribeirão Preto, com experiência em atendimento a crianças, adolescentes e adultos com demandas nas áreas escolar, familiar, casal, orientação profissional, transtornos alimentares, auxílio no processo de emagrecimento e autora do blog www.pensefit.com.br.

Carola Duarte nas redes sociais:

♥ Me siga no Instagram: @blogcaroladuarte
♥ Curtam a Fan Page: /blogcaroladuarte
♥ Se inscreva no canal no Youtube: /blogcaroladuarte
♥ Snapchat: caroladuarte
♥ Usem as hastags: #projetosemmedodobiquini #blogcaroladuarte  #dicadacarola

Colaboradora de Conteúdo | Carolina Ferriolli e a Psicologia do Emagrecimento

#projetosemmedodobiquini, Colaboradora de Conteúdo

comer-por-depresion-1080x720-1024x682

Quando está cansado, você quer comer. Quando está triste, quer comer. Quando está feliz, quer comer. Entediado, quer comer. Ansioso, comer… Só não desejamos comer quando estamos muito doentes, muito concentrados em alguma tarefa ou dormindo.

 

Alguém se identifica com essa situação? Para 99% da população, ânimo e emoções afetam a alimentação. Desde que de forma equilibrada, isso pode ser bom. Por exemplo, recebeu uma nova e tentadora proposta de trabalho e vai jantar fora para comemorar. Ou teve um dia muito difícil e tudo o que mais quer é um delicioso sorvete.

O problema é quando as emoções estão sempre no controle e os hábitos alimentares são atrelados a elas. Concorda que, quando estamos muito ansiosos, estressados, bravos tendemos a fazer escolhas alimentares erradas e imprudentes? Nunca vi uma pessoa muito ansiosa comendo alface.

Claro que, controlar rigorosamente a relação entre humor e alimentação não é fácil, mas compreender essa relação e se conhecer melhor facilita a gestão do controle do peso e boa forma.

Podemos chamar essa relação entre humor a alimentação de “comer emocional” e ela se caracteriza, por exemplo, pela busca por alimentos calóricos e gordurosos em situações de angústia, tristeza e ansiedade. Um dos grandes problemas é a culpa que vem logo após ter comido em excesso e/ou feito más escolhas alimentares. Sob estresse, temos mais dificuldade em discernir o melhor do pior alimento e até a quantidade ideal.

Cada pessoa tem uma resposta frente às emoções e alimentação, em razão de características pessoais, aspectos culturais e até mesmo experiências de vida. Claro que, não queremos nos privar das emoções. Minha proposta aqui é que cada um possa refletir sobre o impacto de suas emoções na alimentação, sua frequência, escolhas e se isso tem trazido consequências negativas para a vida de cada um.

Lembre-se que comida não é apoio e não deve servir para ocupar o espaço de outras coisas como afeto, carinho ou colo. Se conheça melhor (psicoterapia é o melhor caminho para isso) e busque outras fontes de conforto como amigos, família, exercício, um bom filme ou livro… Antes de recorrer à barra de chocolate ou ao pão pense: “Estou mesmo com fome de comida? Ou existe outra forma de preencher meu vazio?”

Uma outra dica importante é não ter à disposição alimentos fáceis de recorrer nas situações em que o emocional fala mais alto. Isso porque, caso tenha alimentos gordurosos e altamente calóricos, quando se sentir ansioso, preocupado, feliz ou triste, claro que o comerá sem pestanejar. Segundo pesquisas, os alimentos que nos confortam são, em parte, resultado de preferências adquiridas de nossos antepassados, ou seja, faz parte de nossos genes pensam em um pote de sorvete ou uma barra de chocolate como uma gratificação ou fonte de consolo. Porém, isso não significa precisar fazer sempre essas escolhas. Cabe a cada um de nós, com o autoconhecimento, mudar nossas escolhas a partir de nossos objetivos de vida.

Carolina Ferriolli, 28 anos, psicóloga formada em Ribeirão Preto, com experiência em atendimento a crianças, adolescentes e adultos com demandas nas áreas escolar, familiar, casal, orientação profissional, transtornos alimentares, auxílio no processo de emagrecimento e autora do blog www.pensefit.com.br.

Carola Duarte nas redes sociais:

♥ Me siga no Instagram: @blogcaroladuarte
♥ Curtam a Fan Page: /blogcaroladuarte
♥ Se inscreva no canal no Youtube: /blogcaroladuarte
♥ Snapchat: caroladuarte
♥ Usem as hastags: #projetosemmedodobiquini #blogcaroladuarte  #dicadacarola

Colaboradora de Conteúdo | Carolina Ferriolli e a Psicologia do Emagrecimento

#projetosemmedodobiquini, Bem Estar, Colaboradora de Conteúdo

comer consciente

Você é daquelas pessoas que come rapidamente em frente ao computador, come em pé, mexendo no celular ou come uma caixa inteira de bombom sem nem perceber? Sabia que, você e seu corpo, se beneficiariam muito mais se você estivesse consciente ao comer? Com a correria, trânsito, estresse e tantos afazeres da vida moderna, a refeição ficou em segundo plano, vista por alguns até como perda de tempo. Esse comportamento acelerado e automático na hora de comer tornou-se muito mais comum do que se imagina e bastante prejudicial ao corpo.

Lembra de ouvir que a hora da refeição era sagrada antigamente? Não se podia atrasar e todos deveriam comer juntos. Tudo bem que os tempos mudaram e hoje nem sempre isso é possível, mas nada justifica tornar este momento automático e prejudicial à nossa saúde. A ciência mostra que as rotinas e atitudes na hora de comer são importantes para o metabolismo. Comer sentado à mesa, compartilhando este momento com pessoas de seu convívio, mastigar muitas vezes e devagar, prestar atenção ao que se está comendo são atitudes essenciais para quem deseja uma vida saudável e mais equilibrada.

Prestar atenção aos sinais do corpo (fome, saciedade, fome emocional) e respeitá-los também é cientificamente comprovado e muito importante para comer menos e de forma mais saudável. Isso é o que propõe o “Comer Consciente” ou Mindfull Eating, derivado do conceito budista batizado de ‘mindfulness’, que significa “estar  presente no momento”. Tal prática vem sendo usada há décadas para lidar com o estresse e, recentemente, vem sendo aplicada na alimentação.

O princípio é estar focado no momento presente, centralizando a atenção sobre si mesmo, suas sensações e ritmos biológicos, como respiração e mastigação, assim como em suas vontades e desejos. É importante ressaltar que tais práticas estão ao alcance de todos e que ninguém precisa virar monge budista para colocá-las em prática, basta atenção e persistência para que virem hábito.

Alguns passos são importantes para praticar o Comer Consciente:

1. Respeite seu corpo e sua fome:

O que estou sentindo? É fome? Já estou satisfeito? Respeite e escute seu corpo, procurando distinguir fome de ansiedade, medo, alegria ou tristeza. Lembre-se que, o cérebro leva em torno de 20 minutos para receber o sinal de saciedade, por isso, coma devagar e perceba os sinais de seu corpo.

2. Respeite suas vontades:

O que eu realmente quero? Ir contra suas vontades traz frustrações, por isso, saiba o que quer e não ceda às ditaduras e padrões de beleza. Pense em sua saúde em primeiro lugar e se permita (com equilíbrio).

3. Respire fundo várias vezes:

Estou vivendo no momento ou pensando em outra coisa? A respiração profunda ajuda a diminuir o estresse e voltar ao momento presente. Se desligue de tudo e foque sua atenção apenas em você, sua alimentação e seu momento.

4. Curta o momento:

Estou saboreando a comida? Estou comendo devagar? Perceba o cheiro, o sabor, os temperos, mastigue sem engolir rapidamente. Experimente as sensações que a comida pode lhe trazer. Comer com mais atenção fará você comer mais devagar e, consequentemente, menos.

5. Saboreie sem culpa:

Se for para tomar aquele sorvete que está com tanta vontade, saboreie sem culpa e com prazer. Pense menos e sinta mais. Lembre-se que, comer com culpa faz comer

Lembre-se que o alimento é um aliado e não um inimigo. Comer melhor não é comer menos. Comer melhor é comer com mais consciência.

Carolina Ferriolli, 28 anos, psicóloga formada em Ribeirão Preto, com experiência em atendimento a crianças, adolescentes e adultos com demandas nas áreas escolar, familiar, casal, orientação profissional, transtornos alimentares, auxílio no processo de emagrecimento e autora do blog www.pensefit.com.br.

Carola Duarte nas redes sociais:

♥ Me siga no Instagram: @blogcaroladuarte
♥ Curtam a Fan Page: /blogcaroladuarte
♥ Se inscreva no canal no Youtube: /blogcaroladuarte
♥ Snapchat: caroladuarte
♥ Usem as hastags: #projetosemmedodobiquini #blogcaroladuarte  #dicadacarola

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Página 1 de 212

Carola no Instagram

Nenhuma foto encontrada no momento...